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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Aniversário do Professor Rudinei


No dia da aula da disciplina de Metodologia da Pesquisa, a nossa turma a B de Pedagogia realizou uma singela confraternização para parabenizar o professor de sociologia o Prof. Rudinei, pela passagem de seu aniversário. Ele adorou.





Acredite Acredite nas pessoas... Naquelas que possuem algo mais... Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades... Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes... Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança...Pessoas firmes... Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas... Que com um sorriso, um beijos, um abraço, uma palavra de faz feliz... Aquelas que erram... Acertam... Não tem vergonha de dizer não sei... aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem à diferença... Aquelas que vivem intensamente um grande amor...desconhecido














sábado, 28 de janeiro de 2012

Redação Científica



Professora: Bianca Pilla

O PAPEL DA REDAÇÃO CIENTÍFICA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR

Os cursos preparatórios para formação de professores apresentam uma preocupante deficiência na questão da Redação Científica, onde observamos graves problemas que refletem negativamente na área educacional. Dando ênfase ao curso de Magistério observa-se a preocupação nas áreas das didáticas, esquecendo do grande papel da redação Científica na preparação dos futuros docentes.

Ao ler usando boas estratégias valorizamos a leitura, potencializando e desenvolvendo aspectos enriquecedores, que levarão ao acúmulo de conhecimentos que servirão de subsídios futuros de grande importância na construção de redações e outras formas de expressão escrita.
Já que vivemos em uma sociedade competitiva, onde há necessidade de dominarmos técnicas científicas para que possamos nos inserir neste contexto. Muitas vezes nos deparamos com textos incoerentes, sem sentido, consequência desta falta de técnicas de leitura e de escrita, e dos conhecimentos científicos necessários para elaboração dos mesmos.

“Todo pesquisador deve escrever de acordo com os padrões exigidos pela ciência, no entanto muitos não dominam a linguagem científica. Alguns editores apontam a falta de estilo como principal defeito dos artigos enviados para publicação por cientistas dos países em desenvolvimento. Isto indica que há uma deficiência importante na formação destes investigadores”.

Os educadores devem ter como objetivo maior conduzir os alunos de maneira responsável e eficiente, levando-os a terem futuramente a aquisição de autonomia própria. Desta forma teremos futuros professores, mestres e doutores que escrevam seus próprios Artigos Científicos com competência e originalidade. Sendo assim conclui-se que a valorização e o reconhecimento da Redação Científica será de grande valia, já que somos portadores de grandes mudanças sócias, levando em consideração o papel do professor na formação de profissionais em diversas áreas.

Autora: Silvia Maria de Souza Flores

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Video de Psicologia - Teoria Interacionista

Este é o link para o nosso video.
Está como Video da Teoria Interacionista

http://www.youtube.com/watch?v=tHLDXoi7SXc&feature=g-upl&context=G2b6d081AUAAAAAAAAAA

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

ola postei o video ou melhor o link mas não esta abrindo ,quem quiser procure no you tube portrabalho rosane não consegui salvar no meu computador para por no blog mas assim que der vou postar !beijos!Rosane
obs:agora consegui achar a disciplina para postar.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Uma grande controvérsia na história antiga


         







Curso: Licenciatura em Pedagogia
Disciplina:Filosofia da educação
Professor:Pércio Davies schmitz
Aluna:Sílvia  M. O.  S. Rodrigues


Uma grande controvérsia na história antiga

A primeira grande controvérsia da história da Filosofia Antiga se passa nos séculos V e VI a.C., entre Heráclito e Parmênides. Nesse período da história a preocupação dos primeiros filósofos não era diretamente com o homem, mas com o mundo, o “universo”. A seguinte analogia considera o pensamento filosófico fundamentado na questão da existência humana, com base na espiritualidade e na razão, então, Heráclito é mais coerente com estes princípios, que serão abordados mais tarde.
Para Heráclito o “arché” de todas as coisas é o fogo, que simboliza a constante mudança (transformação), que ocorre nas coisas. Para ele o que existe não é propriamente o “Ser”, mas o devir vir a ser, pois nada é permanente. Segundo ele há no mundo um equilíbrio entre dois elementos contrários (morte e vida, mal e bem, paz e guerra), justifica que essas mudanças constantes no mundo não provocam o caos, um desequilíbrio. Heráclito acredita que todas as coisas são divinas, que tudo é “Deus”.
Contrariando Heráclito, Parmênides considerado o Pai da Filosofia  Ocidental, primeiro grande metafísico da história  a distinguir entre o conhecimento que vem da razão e o que procede dos sentidos. Afirma que não existe a diversidade, a multiplicidade, mas apenas o “Ser” que é permanente. Contesta a noção do devir (vir a ser), segundo ele o “Ser” é eterno, nunca muda, mas ele percebe que há mudanças, por isso fala em dois mundos, o do “Ser” (que é captado pela razão, pelo pensamento) e o mundo sensível (captado pelos sentidos) que podem enganar.
Portanto na história da Filosofia Antiga esses dois filósofos gregos, Heráclito e Parmênides contrapõem suas teorias, contribuindo para novas reflexões e estudos, pensamentos e questionamentos sobre a existência do universo. Se as coisas mudam, são ilusões ou permanecem é um paradoxo, pois as discussões filosóficas também são constantes e mutantes.Considerando que o caos é presente em todas as coisas materiais, as espirituais estão, por sua vez instituídas pela percepção dessa desorganização que através de nossos sentidos nos leva a interferir instintivamente ou intencionalmente para arranjá-las e mudar nosso modo de perceber as coisas e os fatos de maneira aceitável, portanto , criamos nossos mitos, deuses e signos para alimentar a nossa compreensão do viver ( justificar nossa existência, uma forma de compensação : equilíbrio).




LINHA DO TEMPO


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A importância da leitura no desenvolvimento da oralidade

Por Lisiane Dos Santos Barbosa

O presente trabalho tem por objetivo mostrar que a leitura tem um papel fundamental no desenvolvimento da oralidade, bem como deve ser incentivada desde a mais tenra idade.
O trabalho foi desenvolvido com 12 crianças da educação infantil com idade entre 2 anos e 1 mês a 3 anos e 11 meses de uma escola de educação infantil do município de Cachoeirinha – RS.
Num primeiro momento foi feita uma rodinha, onde a professora colocou para os alunos qual atividade seria realizada, a mesma contou-lhes a história dos “Três porquinhos” de forma improvisada utilizando como recurso o avental de histórias, na qual em alguns momentos utilizou-se da participação dos alunos para representar a história. Após a contação da história a professora gravou seus alunos recontando a mesma de forma espontânea.
Como eram crianças com idade menor, e em se tratando de educação infantil com apenas uma professora em sala, ficou um pouco comprometido o desenvolvimento do mesmo, mas foram interessantes os resultados. Dos 12 alunos, 9 recontaram a história de forma espontânea, a seguir a transcrição de algumas das versões feitas pelas crianças.
Aluno 1: “... daí o lobo bateu na porta e o porquinho disse que não ia abri...”.
Aluno 2: “o lobo foi lá na casa do porco de camiseta azul, daí ele assopro (fruuuu), não daí ele bateu na porta (tututu), aí ele assopro, e não vo abri, então eu vo assopra até derruba, não conseguiu”.
Aluno 3: “o oibo, escondeu na foiesta e se coloco a ropa de veinha e foi ia na casa dos teis porquinho e disse não dexo tu entra porque eu sei que tu é o iobo”.
Das transcrições feitas foi possível perceber algumas diferentes na linguagem desses três alunos, o aluno 1 contou um fragmento da história que provavelmente foi o que mais lhe chamou a atenção, porém com pouquíssimos detalhes. Já o aluno 2, contou outro fragmentos da história, com muitos mais detalhes, inclusive colocando os sons do assopro e da batida na porta, enquanto que o aluno 3 apresentou uma linguagem oral bem comprometida pela troca de letras (L pelo I).
O que foi possível perceber no desenvolvimento dessa atividade, é que os alunos gostaram muito de ouvir a história, principalmente porque puderam interagir com a mesma e o recurso utilizado também chamou muito a atenção dos mesmos. Na educação infantil os recursos são indispensáveis para o desenvolvimento de qualquer trabalho, principalmente os relacionados à leitura.
Se a criança for incentivada a ler da sua forma, mesmo que seja através de figuras, o gosto pela leitura se desenvolve e o desenvolvimento da oralidade, através de questionamentos e outras atividades ou até mesmo brincadeiras se concretiza, sendo que o mesmo é um trabalho que não para na educação infantil, ele deve seguir até a vida adulta.
Nesse contexto, é relevante colocar que o narrador de uma história também influencia o público, uma vez que a entonação de voz, a representação da interpretação do texto falam por si só. Por isso, segundo Zilberman (2006, p. 119) “[...]O narrar, por sua vez, supõe a presença de ouvintes, e estes não são indivíduos isolados, mas o grupo: a narração só tem sentido se dirigida ao coletivo. Pela mesma razão, depende da oralidade [...]”.
Assim, com tudo que foi observado no desenvolvimento da atividade, ficou aparente a necessidade da expressão oral, ou seja, do uso da fala como forma de comunicação mais eficiente, principalmente entre adultos e crianças, e o que envolve um bom desenvolvimento da linguagem oral é o uso da mesma e de forma correta, principalmente a pronuncia das palavras corretamente como o uso correto da entonação da voz para diferenciar situações como a expressão de sentimentos através da fala etc.
A criança, principalmente na faixa etária do presente estudo deve ser incentivada a ouvir mais e assim desenvolver a sua oralidade, no caso de usá-la para incentivar a leitura também é válido.
A oralidade é o modo mais notório da relação entre o nome e a coisa, mas a escrita, originalmente, não tem como objetivo romper essa unidade. A oralidade é igualmente expressão mais credenciada da memória, conforme o estudo sobre o narrador, aproximando não apenas as palavras e os seres, mas também as pessoas, falantes e ouvintes. (ZILBERMAN, 2006, p. 121-122).